domingo, 8 de dezembro de 2013

Vendo a Vida Através das Palavras



   A descrição de imagens é a tradução em palavras, a construção de retrato verbal de pessoas, paisagens, objetos , cenas e ambientes , sem expressar julgamento ou opiniões pessoais a respeito. ( Nota técnica nº 21/2012/MEc/SECADI/DPEE)

  Audiodescrição é um recurso de tecnologia assistiva que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual junto ao público de produtos audiovisuais. O recurso consiste na tradução de imagens em palavras. É, portanto, também definido como um modo de tradução audiovisual intersemiótico, onde o signo visual é transposto para o signo verbal.

  A audiodescrição acontece ao mesmo tempo em que a imagem aparece na tela, entre o conteúdo verbal ou as falas do produto audiovisual, e em sincronia com outras informações sonoras deste produto, ou seja, uma risada, uma porta batendo ou um tiro. Desta forma, a audiodescrição não se sobrepõe ao conteúdo sonoro principal do filme, mas trabalha com ele no sentido de proporcionar o melhor entendimento possível de uma cena.

“Dizem que uma imagem vale mais do que 1000 palavras, pois bem a audiodescrição é muito mais que as tais 1000 palavras.”

                                 Marco Antonio de Queiroz Cego, autor do site Bengalalegal.

 

 Com este vídeo da turma da Mônica, poderemos trabalhar no AEE as boas maneiras, como devemos nos comportar em casa, na escola e em outros ambientes. Poderemos confeccionar um jogo de trilhas, ou um jogo de memória onde serão inseridos bons e ruins comportamentos. Trabalhar com imagens de diferentes comportamentos para serem analisados.


www.youtube.com/watch?v=xOARe7C3O8g&hd=1

domingo, 20 de outubro de 2013

Jogos para alunos com Deficiência intelectual



 JOGOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL


                  O trabalhos com jogos na educação de crianças com deficiência intelectual , tem um papel fundamental para o desenvolvimentos de conceitos , levando-o a buscar soluções originais no jogo  e transferindo para a resolução de problemas reais.
                  Este jogo faz um resgate a ludicidade e oportuniza uma interação com os colegas , elevando a autoestima, autoconfiança e o companheirismo. Ele ainda, ajudará na estimulação do raciocínio lógico, concentração , memória e atenção.

   Ele pode ser de tamanho menor, porém o tamanho maior favorece uma melhor visualização das pedras e a busca pelas melhores estrategias do jogo.
  Retirado do blog de www. johannaterapeutaocupacional.blogspot.com

sexta-feira, 6 de setembro de 2013


Recurso de Tecnologia Assistiva

     O vocalizador Goltak  ajuda na comunicação das pessoas em seu dia-a-dia. Através dele seu usuário expressa pensamentos, sentimentos e desejos pressionando uma mensagem adequada pré-gravada.
     O vocalizador Gotalk tem capacidade de gravar e reproduzir, favorecendo uma interação com todos, transformando-se em um sinal de comunicação. 
    Tem um acesso direto com um toque na tela e varredura personalizável. Apresenta uma biblioteca de símbolos do usuário, fotos e imagens da web ou diretamente da câmera.

    A organização das pranchas pode ser distribuída em temas de atividades através do uso de imagens ou símbolos pictóricos e a impressão das pranchas modelo para este recurso em papel pode também ser realizada a partir do software boardmaker.




Fonte: www.assistiva.com.br

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O papel do professor do AEE na escola e na sala de recursos.

Com o advento da Politica da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), surgem nas escolas regulares as Salas de Recursos Multifuncionais e os professores especializados que atuarão nestas salas para garantir aos alunos com necessidades educacionais especiais o acesso, a permanência e a aprendizagem promovendo a igualdade de oportunidades e a construção de uma sociedade inclusiva.
 O professor do AEE tem um papel fundamental para a permanência, participação e aprendizagem dos alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Vale ressaltar que ele complementa ou suplementa a formação destes alunos, visando a sua autonomia dentro do ambiente escolar ou fora dele. Cabe ao professor da SRM identificar, elaborar e organizar os recursos pedagógicos e de acessibilidade para eliminar as barreiras que impeçam o desenvolvimento do aluno na escola inclusiva. Ele precisa identificar as habilidades e potencialidades dos alunos público alvo da educação especial para criar estratégias de ensino que proporcione a aprendizagem associada às necessidades dos alunos.
 O professor da SRM oferecerá o apoio necessário ao professor da sala regular dando-lhe subsídios para trabalhar com diferentes metodologias garantindo o processo de aprendizagem dos alunos, sendo esta interação primordial para o desenvolvimento do aluno em ambas as salas, pois juntos eles irão avaliar os serviços e recursos que estão facilitando e promovendo a plena participação dos alunos nas atividades propostas.
 O estudo de caso será o eixo norteador para o início do trabalho do professor do Atendimento Educacional Especializado. É através dele, que o professor coletará dados com a família, professor da sala regular, observações em tempo real de ambientes vividos pelo aluno, fazendo um diagnóstico a respeito da situação cognitiva, social, comportamental e motora do individuo que ajudarão na elaboração e enriquecimento do Plano de Atendimento.
O Plano do Atendimento Educacional Especializado contribui de forma significativa para atender as necessidades especificas de cada aluno. O plano irá considerar as dificuldades e as limitações de cada um. Quais as suas habilidades e potencialidades, quais os recursos e equipamentos que facilitam o desenvolvimento do aluno e eliminem as barreiras que estão dificultando sua aprendizagem na sala de aula ou fora dela No plano é produzido ou adquirido materiais e feitas adequações mediante necessidade, procura parcerias para aprimorar o atendimento e orienta os profissionais da escola sobre os serviços e recursos oferecidos.  Com o plano o professor faz avaliação dos resultados obtidos e as mudanças observadas em relação ao aluno no contexto escolar e posteriormente reestrutura o plano para atender o aluno na sua plenitude.


sábado, 1 de junho de 2013

Serviços oferecidos aos alunos.

                           Quais as diferenças nos atendimentos oferecidos aos alunos?
O artigo faz uma diferenciação de forma concreta do que seja o Atendimento Educacional Especializado em Sala de Recursos Multifuncionais e o que são os Laboratórios de Aprendizagem acabando com os equívocos existentes. Mostra as particularidades de cada serviço e faz uma distinção bem específica do público alvo. O texto nos leva a acreditar que a escola que tem esse serviço, promove aos alunos com problemas de aprendizagem, que são muitos, estratégias diferenciadas para vencer os obstáculos no processo de ensino aprendizagem.
Referência:
SARTORETTO. Rui;. Lucia Mara. Atendimento Educacional Especializado e laboratórios de Aprendizagem: O que são e a quem se destinam.
Fonte: Assistiva • Tecnologia e Educação © 2010     Acesso em 18/05/2013
www.assistiva.com.br
Endereços da Internet
http://assistiva.com.br/AEE_Laborat%C3%B3rios.pdf
          SUGESTÕES DE VÍDEOS SOBRE TECNOLOGIAS

Comentário do vídeo Help Desk:
Com muito humor, o vídeo faz uma referência às pessoas quando se deparam com algo novo, por resistir às mudanças, por medos ou inseguranças em ousar e enfrentar novos desafios propostos pela evolução que acontece no mundo. Fico imaginando que o sentimento de largar o papiro e utilizar o livro, foi o mesmo em deixar a velha máquina de escrever e usar o computador. Contudo, acredito que enfrentar o medo de errar, é o primeiro passo para a quebra de paradigmas e a oportunidade de evoluir no espaço das novas ferramentas tecnológicas que estão surgidos a cada dia. Pois, não podemos parar no tempo e muito menos, ficarmos indiferentes ao mundo globalizado.
Comentário do vídeo Rafinha 2.0:
O vídeo mostra que a globalização está cada vez mais facilitada pelo advento das novas tecnologias. As distâncias geográficas foram diminuídas levando-nos a manter contato em tempo real com as pessoas em lugares diferentes. Fazemos compras, escolhemos os produtos em várias lojas sem sair de casa. No entanto, essas inovações fazem algumas alterações no nosso cotidiano, mudando o nosso estilo de vida, os nossos hábitos e inserindo em uma sociedade alguns padrões de comportamento quando exigi a participação de todos nesta evolução, pois quem não tem computador, telefone celular, microonda não anda de avião, não faz parte da geração C. Esta geração nos leva a acreditar, que é impossível sobreviver no mundo sem a utilização destes recursos. Atualmente, os jovens agem de forma natural e acompanha com facilidade as novidades tecnológicas usando e abusando das variadas oportunidades surgidas na era virtual.

www.youtube.com/watch?v=x2vrv8c

                  SERÁ QUE ESTUDAR A DISTÂNCIA É TÃO BOM QUANTO PRESENCIAL?
                     Leia esta reflexão que foi embasada em dois textos de José Manuel Moran .



                                                      Desafios do Ensino a Distância

  O ensino a distância, surge no cenário educacional há mais de meio século, sendo impulsionado nos dias de hoje pelo desenvolvimento da tecnologia. O computador é uma ferramenta de suma importância para disseminar os cursos e formar várias turmas ao mesmo tempo em lugares diferentes, possibilitando uma interação entre professor x aluno, aluno x aluno, contribuindo de forma significativa para as trocas de experiências e um aprendizado contextualizado com aprofundamentos, em pesquisas, fóruns, videoconferências, chats e alguns cursos com momentos presenciais.
 Quebrar uma barreira de uma aula convencional, ainda é vista como um peso na aceitação da educação on-line tem que haver muita motivação para que não ocorra um grande número de evasão, mostrando aos cursistas às vantagens de fazer um curso à distância.
 O aluno deste curso precisa ser bem disciplinado, pois é ele quem vai organizar o seu horário e conduzir os seus estudos, se organizar para fazer as leituras, cumprir as tarefas e principalmente sempre procurar a motivação e estimulação para prosseguir com o objetivo proposto. Já os professores têm um papel fundamental no relacionamento mútuo dos cursistas, facilitando o aprendizado, incentivando e motivando para o cumprimento das atividades, terem um bom domínio das disciplinas, comprometimento com o alunado, sempre apto a dialogar e demonstrar flexibilidade em alguns casos e antes de tudo saber trabalhar com as tecnologias da simples as mais sofisticadas. Pois como disse Moran “O grande educador atrai não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Há algo surpreendente no que diz, nas relações que estabelece, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se, de agir.”
 No que diz aos administradores que irão gerenciar o curso, precisam não visar apenas os lucros, porém serem envolvidos com o processo pedagógico e oportunizar as inovações, intercâmbios e comunicações entre os participantes.
 Contudo, é muito valorosa a experiência de poder está indiretamente presente, conflitando idéias, instigando reflexões, ampliando conhecimentos, levantando bandeiras de lutas, desabafando momentos vividos, e o mais importante oportunizando pessoas a criarem laços afetivos de amizade de uma forma colaborativa e deixando um sentimento saudosista porque chegou ao fim.
    BIBLIOGRAFIA:
  MORAN José Manuel . Contribuições para uma pedagogia da educação on-line.
  MORAN José Manuel.  O que é um bom curso a distância? 

 
 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

  

   SITE DA SECADI

            Querem aprofundar seus conhecimentos a cerca da Educação Especial, visitem o site da Secretaria  de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão- SECADI. Lá vocês irão encontrar toda a coletânea sobre a Inclusão liberados para baixar.

             Acessem: http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=86o

 

 

                       Documentos Legais que definem a Educação Especial


              Politica Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva  
                 http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf



               Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009
                      http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf


               Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011
                   http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7611.htm